Portugueses menos satisfeitos com as finanças

Os portugueses atribuíram, em 2022, uma nota média de 6 pontos à sua situação financeira, numa escala de 0 a 10, de acordo com dados do Eurostat. Este valor situa Portugal abaixo da média da União Europeia, que se fixou em 6,6 pontos, refletindo uma perceção de menor satisfação face à situação financeira comparativamente com outros cidadãos europeus.

Em termos regionais, Portugal apresenta uma avaliação semelhante aos países vizinhos, mas ligeiramente menos favorável: em Espanha a nota média foi de 6,3 pontos e em França 6,4 pontos.

Contrastes entre países europeus

O estudo do Eurostat revela ainda disparidades significativas entre os Estados-membros. Os níveis mais altos de satisfação financeira foram registados nos Países Baixos e na Finlândia, ambos com 7,6 pontos, seguidos da Suécia (7,4) e da Áustria (7,3). No extremo oposto, destacam-se a Bulgária (4,6 pontos), a Grécia (5,3 pontos) e a Croácia (5,7 pontos).

Porque é que isto importa?

O índice de satisfação financeira é um indicador importante do bem-estar económico das populações. Valores abaixo da média europeia indicam uma perceção de menor segurança financeira, o que pode influenciar decisões sobre poupança, consumo e investimento, incluindo a forma como os portugueses planeiam adquirir habitação.

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Fonte da informação

Conteúdo adaptado a partir de dados do Eurostat sobre a satisfação financeira dos cidadãos europeus em 2022. Consulte os dados originais.

Taxa de juro no crédito à habitação desce para 3,385% em julho de 2025

De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 3,385% em julho de 2025. Este valor traduz uma descida de 9,4 pontos base (p.b.) face a junho (3,479%) e representa uma redução acumulada de 127,2 p.b. desde o máximo registado em janeiro de 2024 (4,657%).

Evolução recente das taxas de juro

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 2,951% em junho para 2,897% em julho. Em termos acumulados, desde o máximo registado em outubro de 2023, a queda atinge 148,3 p.b.

No caso específico do financiamento para Aquisição de Habitação — o mais representativo no crédito à habitação — a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 3,377% (-8,9 p.b. face a junho). Já nos contratos celebrados nos últimos três meses, fixou-se em 2,895%, menos 5,3 p.b. que no mês anterior.

Prestação média

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 394 euros em julho, o mesmo que em junho e menos 11 euros (-2,7%) face a julho de 2024. Do total da prestação, 202 euros (51%) correspondem a juros e 192 euros (49%) a amortização de capital.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação média registou uma subida de 5 euros face ao mês anterior, atingindo 636 euros. Em termos homólogos, este valor representa uma subida de 3,9%.

Capital médio em dívida

O capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação aumentou 593 euros em julho, face a junho, fixando-se em 72 270 euros. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio em dívida atingiu 159 553 euros, mais 2 203 euros que no mês anterior.

Porque é que isto é importante?

A descida das taxas de juro implícitas no crédito à habitação, em especial no financiamento para aquisição de habitação, é um sinal positivo para as famílias portuguesas. Embora as prestações se mantenham estáveis ou subam ligeiramente em alguns contratos mais recentes, a redução dos juros permite maior previsibilidade no orçamento familiar e pode representar uma oportunidade para renegociar ou contratar novos créditos em condições mais favoráveis.

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Número de Trabalhadores com Remuneração Superior a €3.000 Duplica em apenas 2 Anos

De acordo com uma análise da Randstad Portugal ao Inquérito ao Emprego do INE, o número de profissionais que recebem mais de 3 000 € líquidos por mês quase duplicou entre 2023 e 2025, passando de 51 800 para 98 300 pessoas — um novo máximo histórico para este patamar salarial em Portugal.

Apesar do crescimento expressivo, este grupo continua a representar apenas cerca de 2% da população empregada por conta de outrem, evidenciando que a evolução salarial permanece concentrada numa minoria. Ainda assim, a tendência reflete o aumento da competitividade em determinados setores do mercado de trabalho.

Desigualdades salariais persistentes

A análise sublinha que as disparidades entre categorias profissionais continuam marcantes. Enquanto “executivos e diretores” recebem em média 63% acima da remuneração média nacional, trabalhadores não qualificados auferem 37% abaixo e os agricultores 27% abaixo desse valor.

No segundo trimestre de 2025, a remuneração líquida média nacional situou-se em 1 264 €, um aumento homólogo de 1,1% segundo os dados do INE. O estudo refere ainda que, no mesmo período, as Forças Armadas registaram os maiores aumentos salariais trimestrais (+13,2%) e homólogos (+18,9%).

Profissões com maior crescimento

Nos últimos dez anos, algumas categorias destacaram-se pela evolução positiva dos salários:

  • Forças Armadas: + 71,6%
  • Operadores de instalações e máquinas: + 67,9%
  • Trabalhadores não qualificados: + 66,6%

Em contrapartida, setores como “trabalhadores dos serviços pessoais e vendedores” e “trabalhadores da indústria e construção” registaram recentemente ligeiras quebras, de cerca de -0,6%.

Mercado de trabalho em expansão

O estudo da Randstad evidencia ainda que Portugal atingiu um novo máximo histórico de emprego, com 5 248 300 pessoas empregadas. A taxa de desemprego recuou para 5,9% — o valor mais baixo desde 2023. O maior contributo veio dos setores de serviços, nomeadamente alojamento e restauração (+6,7%) e logística (+6,9%).

O crescimento também se refletiu em diferentes faixas etárias: entre os 25 e os 34 anos (+18 000 pessoas empregadas) e entre os 65 e os 89 anos (+16 800 pessoas, +7,5%).

O papel do teletrabalho

Outro dado relevante é o aumento do teletrabalho, que passou a abranger 12 800 profissionais, representando 20,9% da população empregada. Lisboa é a região onde o trabalho remoto é mais expressivo (32,7%), enquanto os Açores apresentam a menor taxa (9,1%).

“Estamos a assistir a um claro crescimento da massa salarial nas faixas superiores, o que indica um aumento da competitividade e atratividade de alguns setores. No entanto, este progresso não está a ser acompanhado de forma homogénea e muitas profissões continuam a registar remunerações estagnadas ou abaixo da média nacional.”

Isabel Roseiro, Diretora de Marketing da Randstad Portugal

Porque é que isto é importante?

O aumento do número de trabalhadores com salários acima dos 3 000 € é um sinal positivo de valorização em algumas áreas, mas também expõe desigualdades persistentes no mercado laboral. O desafio passa por garantir que o crescimento económico e salarial beneficie um maior número de profissionais, reduzindo as disparidades entre setores e categorias profissionais.

Quer acompanhar as tendências do mercado de trabalho?

Com a evolução dos rendimentos e a descida recente das taxas de juro, este pode ser o momento certo para rever o seu crédito habitação. Na Find Approval ajudamos a renegociar condições em empréstimos já contratados ou a encontrar a melhor solução se está a pensar comprar casa. Poupe no presente e prepare melhor o futuro.

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Fonte da informação

Conteúdo adaptado a partir do artigo “Trabalhadores a ganhar mais de três mil euros duplicaram em dois anos em Portugal”, publicado pelo Jornal Económico, com base em dados do INE e da Randstad. Leia o artigo original.

Taxa de Esforço para Arrendar Casa em Portugal Atinge 83% no 2.º Trimestre

De acordo com o Jornal Económico, com base em dados do portal idealista, a taxa de esforço para arrendar uma casa em Portugal atingiu 83% no segundo trimestre de 2025, um aumento de 1 ponto percentual face aos 82% registados no mesmo período de 2024. Já para a compra de habitação, a taxa de esforço manteve-se estável nos 71%, evidenciando um contraste significativo entre os custos de arrendamento e de aquisição de casa própria.

Variações por cidade

As taxas de esforço para arrendamento variaram bastante entre cidades portuguesas:

  • Faro: Aumento de 70% para 90% (+20 p.p.).
  • Ponta Delgada: +15 p.p.
  • Guarda: +4 p.p.
  • Funchal: +3 p.p.
  • Braga e Aveiro: +2 p.p.
  • Leiria e Viseu: +1 p.p.

Por outro lado, algumas cidades registaram quedas na taxa de esforço para arrendamento:

  • Beja: -8 p.p.
  • Santarém: -7 p.p.
  • Lisboa, Setúbal e Viana do Castelo: -3 p.p. cada.

Cidades mais e menos pressionadas

As cidades com as taxas de esforço mais elevadas para arrendamento são:

  • Faro: 90%
  • Funchal: 89%
  • Lisboa: 83%
  • Ponta Delgada: 75%
  • Porto: 71%
  • Setúbal: 58%
  • Braga: 55%

As cidades onde o arrendamento pesa menos no orçamento familiar incluem:

  • Castelo Branco e Guarda: 34%
  • Beja e Portalegre: 35%

Apesar disso, todas as capitais de distrito apresentam taxas de esforço superiores ao limite recomendado de 33%, o que demonstra o desafio generalizado no acesso à habitação por arrendamento.

Compra de habitação: um cenário diferente

Para a compra de casa, a taxa de esforço nacional permaneceu nos 71%. No entanto, houve variações regionais. Setúbal registou o maior aumento, passando de 49% para 55% (+6 p.p.). Outras cidades com subidas incluem Santarém (+4 p.p.), Ponta Delgada (+3 p.p.), Lisboa (+2 p.p.), Aveiro e Guarda (+1 p.p.).

Por outro lado, 12 cidades registaram diminuições na taxa de esforço para compra, com destaque para:

  • Funchal e Vila Real: -14 p.p.
  • Faro e Bragança: -10 p.p.
  • Porto: -8 p.p.

As cidades com maior taxa de esforço para comprar casa são Lisboa (108%), Faro e Funchal (96% cada). Contudo, em cidades como Vila Real (27%), Beja (23%), Portalegre (22%), Bragança (22%), Guarda e Castelo Branco (17% cada), a compra é mais acessível, com taxas abaixo do limite recomendado de 33%.

O acesso à habitação por arrendamento está cada vez mais difícil, enquanto a compra de casa pode ser uma alternativa mais viável em algumas regiões, especialmente com a recente queda dos juros no crédito habitação.

Análise do portal idealista

Porque é que isto é importante?

A subida da taxa de esforço para arrendamento reflete um mercado habitacional desafiante, especialmente em cidades como Faro, Funchal e Lisboa. No entanto, a estabilidade na taxa de esforço para compra de habitação, aliada à descida dos juros no crédito habitação, sugere que comprar casa pode ser uma opção mais acessível para muitas famílias. Este é o momento ideal para avaliar as suas opções e considerar a transição do arrendamento para a propriedade.

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Fonte da informação

Conteúdo adaptado a partir do artigo “Taxa de esforço para arrendar sobe para 83% no segundo trimestre”, publicado pelo Jornal Económico, com base em dados do idealista, a 24 de julho de 2025. Leia o artigo original.

Preços dos Seguros Globais caem 4 % no 2.º trimestre: tendência que abre oportunidades para os consumidores

De acordo com o mais recente Global Insurance Market Index, divulgado pela corretora Marsh, os preços dos seguros comerciais a nível global registaram uma queda média de 4% no segundo trimestre de 2025. Este é o quarto trimestre consecutivo de descida, após sete anos de aumentos constantes, trazendo benefícios para os consumidores, incluindo em Portugal.

A redução foi observada em quase todas as regiões, com destaque para uma queda de 11% no Pacífico e 6% no Reino Unido, enquanto a Europa e o Canadá registaram descidas de cerca de 4%. Outros mercados, como Ásia, América Latina e Caribe, Índia, Médio Oriente e África, apresentaram quedas de aproximadamente 5%.

Porque é que isto é relevante para si?

A descida dos preços dos seguros reflete um mercado mais competitivo, o que é uma excelente notícia para quem procura soluções de seguros em Portugal. Esta tendência traduz-se em:

  • Preços mais acessíveis para seguros de danos materiais, cibersegurança e outros.
  • Melhores opções de cobertura, com condições mais flexíveis.
  • Oportunidade para rever e otimizar as suas apólices de seguro.

Os seguros de danos materiais lideraram a queda, com uma redução global de 7%, especialmente no Pacífico (13%) e nos EUA (9%). Os seguros de cibersegurança caíram 7%, com descidas expressivas na América Latina e Caribe (17%) e na Europa (15%). Já os seguros de responsabilidade civil aumentaram 4% globalmente, impulsionados por um aumento de 9% nos EUA, devido à elevada frequência e gravidade dos sinistros.

A crescente concorrência entre seguradoras está a proporcionar preços mais competitivos e opções de cobertura mais amplas.

Luís Sousa, Diretor de Placement da Marsh Portugal.

Impacto no mercado português

Em Portugal, a queda de 4% nos preços dos seguros na Europa, aliada à maior concorrência entre seguradoras, cria um momento favorável para os consumidores. No entanto, a Marsh alerta para a necessidade de monitorização contínua, especialmente face a riscos como catástrofes naturais, que podem inverter estas tendências.

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Na Find Approval, monitorizamos as tendências do mercado de seguros para garantir que encontra as melhores soluções. A nossa intermediação é transparente e adaptada às suas necessidades. Se procura obter as melhores condições, este é o momento ideal para comparar.

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Fonte da Informação

Conteúdo adaptado a partir do artigo “Marsh afirma que preços dos seguros continuam a descer a nível global: 4% no segundo trimestre”, publicado pela ECO a 24 de julho de 2025. Leia o artigo original.

Bancos Portugueses Entre os Mais Resilientes da Europa, Revela Teste de Stress da EBA

Os bancos do Sul da Europa, incluindo instituições portuguesas como a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Millennium BCP, destacaram-se como os mais resilientes nos testes de stress de 2025 realizados pela Autoridade Bancária Europeia (EBA), segundo a agência de rating DBRS Morningstar. Estes testes avaliam a capacidade dos bancos de resistir a cenários económicos adversos, e os resultados reforçam a solidez do setor bancário em Portugal.

A DBRS destaca que os bancos do Sul da Europa registaram as menores perdas de capital e melhorias significativas face aos testes de 2023. Este desempenho reflete a robustez financeira alcançada após dois anos de rentabilidade sólida (2023 e 2024) e a melhoria na qualidade dos ativos, especialmente em Portugal, Espanha, Itália e Grécia.

Porque é que isto é relevante para si?

A estabilidade dos bancos portugueses é uma excelente notícia para quem procura soluções de crédito à habitação, crédito pessoal ou consolidação de dívidas. Este desempenho traduz-se em:

  • Maior confiança no sistema financeiro português.
  • Condições de crédito mais competitivas e acessíveis.
  • Menor risco em cenários económicos desafiantes.

O sucesso dos bancos deveu-se, em parte, à forte rentabilidade recente e à exposição a empréstimos com taxas de juro variáveis, que beneficiaram do contexto de taxas de referência elevadas no cenário adverso da EBA, projetado para 2025-2027.

Os bancos do Sul da Europa demonstraram fundamentos sólidos, mas não prevemos uma redução significativa nos requisitos de capital.

María Jesús Parra, Vice-Presidente da área de Ratings da DBRS Morningstar.

Impacto no setor bancário português

Os testes de stress revelaram que os bancos portugueses apresentaram uma perda de capital de apenas 53 pontos base, a menor entre os países analisados, com um rácio CET1 de 17,92% no final de 2027 no cenário adverso. Este progresso, aliado a upgrades nas classificações de crédito de 21 bancos do Sul da Europa desde 2023, reforça a resiliência do setor.

Acompanhamos o mercado para o apoiar melhor

Na Find Approval, monitorizamos os indicadores económicos e a evolução do setor bancário para garantir decisões informadas. A nossa intermediação de crédito é transparente e adaptada às suas necessidades. Se procura crédito à habitação, crédito pessoal ou consolidação de créditos, este é o momento ideal para explorar as melhores opções do mercado.

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Fonte da Informação

Conteúdo adaptado a partir do artigo “Southern European Banks Outperform Most European Peers Under the Adverse Scenario of EBA’s 2025 Stress Test”, publicado pela Morningstar DBRS a 6 de agosto de 2025. Leia o relatório original.

Tendências recentes no crédito à habitação: qual o verdadeiro custo para os mutuários?

Em julho de 2025, o valor médio dos empréstimos à habitação em Portugal alcançou 201 144 €, um aumento de 23,2% face aos 163 264 € registados em janeiro, segundo dados recentes. Este crescimento reflete a dinâmica do mercado imobiliário e a maior disposição dos consumidores para investir em habitação.

Fatores que impulsionam o mercado

O mercado de crédito à habitação mantém-se robusto, com prazos longos a dominar: cerca de 40% dos contratos têm maturidades entre 36 e 40 anos, permitindo prestações mais acessíveis, mas prolongando o custo total. A tipologia T3 continua a ser a mais procurada, representando quase metade dos empréstimos concedidos.

No que toca às taxas, a taxa mista destaca-se, sendo escolhida em mais de 80% dos novos contratos, com a Euribor a 12 meses como indexante principal em cerca de 73% dos casos no primeiro trimestre de 2025. Os spreads médios em contratos de taxa variável desceram para 0,89% em 2024, um valor historicamente baixo, impulsionado pela concorrência entre bancos.

A taxa mista oferece estabilidade inicial e flexibilidade futura, sendo uma escolha popular entre os mutuários.

Crescimento do crédito e adesão dos jovens

Em maio de 2025, o stock total de crédito à habitação atingiu 106,1 mil milhões de euros, o valor mais elevado desde agosto de 2008, com um aumento de 960 milhões de euros face a abril. A adesão de jovens até 35 anos tem sido notável, representando 44% dos novos contratos no início do ano, impulsionada por incentivos como isenções de IMT e imposto de selo, além da garantia pública que permite financiar até 100% do valor do imóvel.

Desafios e considerações para 2025

Apesar das condições favoráveis, como spreads reduzidos e incentivos para jovens, os prazos longos e o aumento dos valores dos empréstimos levantam questões sobre a sustentabilidade da dívida. Os mutuários devem avaliar cuidadosamente os custos totais e os riscos associados, especialmente num contexto de preços imobiliários elevados.

  • Crescimento de 23,2% no valor médio dos empréstimos desde janeiro.
  • Prazos de 36 a 40 anos em 40% dos contratos.
  • Predominância da taxa mista e Euribor a 12 meses.
  • Spreads médios de 0,89% em 2024, refletindo concorrência bancária.
  • Forte adesão de jovens, apoiada por incentivos fiscais e garantias estatais.

O que significa para os mutuários?

O mercado atual oferece oportunidades, como taxas competitivas e incentivos para jovens, mas exige uma análise cuidadosa. Prazos longos podem reduzir prestações mensais, mas aumentam o custo total do crédito. Para quem considera comprar casa, este é um momento estratégico para comparar opções de financiamento e garantir as melhores condições.

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Fonte da Informação

Conteúdo adaptado a partir da notícia “As novas tendências do crédito à habitação. Está a pagar demais?”, publicada pelo Jornal Económico / Sapo em julho de 2025.

Economia recupera no 2.º trimestre com crescimento de 1,9 % em termos homólogos

No segundo trimestre de 2025, a economia de Portugal registou um crescimento de 1,9% face ao mesmo período de 2024, acelerando em relação ao 1,7% do trimestre anterior. Comparado com os primeiros três meses do ano, o PIB aumentou 0,6%, recuperando de uma queda de 0,4%, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Este desempenho foi impulsionado pelo consumo privado e pela recuperação das exportações, com destaque para o setor do turismo.

O que Está a Impulsionar a Recuperação?

A retoma económica foi apoiada por um consumo privado robusto, com os portugueses a gastarem mais devido à confiança no mercado de trabalho estável. As exportações, especialmente de serviços como o turismo, também cresceram, beneficiando da procura em mercados europeus. Regiões como Lisboa e Algarve continuam a liderar, com forte atividade económica nos serviços e no turismo.

A recuperação das exportações, especialmente no turismo, foi essencial para o crescimento económico em 2025.

Perspetivas e Desafios para 2025

Apesar do crescimento, o Banco de Portugal reduziu a sua previsão para 2025 para 1,6%, face a incertezas globais, como tensões comerciais. O Governo, por sua vez, mantém uma estimativa mais otimista de 2,1%, apoiada em projetos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Comparado com outros países da zona euro, como a Alemanha (-0,1%) e a Itália (-0,1%), Portugal destaca-se, embora fique atrás da vizinha Espanha (+0,7%).

  • Crescimento do PIB: 1,9% homólogo e 0,6% em cadeia.
  • Motores: Consumo privado e exportações, com destaque para o turismo.
  • Previsão Banco de Portugal: 1,6% para 2025.
  • Previsão do Governo: 2,1% para 2025.

O que Significa para os Portugueses?

Este crescimento traz oportunidades, como mais empregos e maior poder de compra, mas exige planeamento financeiro cuidado face às incertezas globais. Para quem planeia investir ou comprar casa, este é um momento ideal para explorar opções de crédito habitação com taxas competitivas. Os nossos Gestores de Crédito podem ajudá-lo a encontrar a melhor solução.

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Fonte da Informação

Conteúdo baseado em dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e na cobertura da Reuters.

Novo máximo histórico: avaliação bancária da habitação chega a 1 911 €/m² em junho

Avaliação Bancária de Habitação Atinge Recorde em Portugal 2025

Em junho de 2025, o valor mediano de avaliação bancária para compra de habitação em Portugal alcançou os 1.911 €/m², um aumento de 25 €/m² face aos 1.886 €/m² registados em maio, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Este marco reflete a dinâmica contínua do mercado imobiliário português, com um crescimento de 18,1% comparado com junho de 2024, consolidando a tendência de valorização.

Evolução do Mercado Imobiliário: De 2024 a 2025

Em 2024, o mercado imobiliário já exibia forte crescimento. O INE reportou cerca de 140.000 avaliações bancárias no âmbito do crédito à habitação, um aumento de 32,1% face a 2023, o maior registo desde 2009. Estas avaliações representaram 89,7% das transações de alojamentos familiares, com o valor mediano subindo 9,3%. Em 2025, esta trajetória culminou no recorde de 1.911 €/m², o valor mais elevado da série histórica.

Preços da Habitação em 2024: Uma Visão Regional

Em 2024, o preço mediano de alojamentos familiares em Portugal foi de 1.777 €/m², um aumento de 10,3% face a 2023. Regiões como Grande Lisboa (2.939 €/m²), Algarve (2.752 €/m²), Região Autónoma da Madeira (2.395 €/m²), Península de Setúbal (2.117 €/m²) e Área Metropolitana do Porto (1.986 €/m²) superaram a mediana nacional. A nível municipal, Lisboa liderou com 4.340 €/m², seguida por Cascais (4.053 €/m²), Oeiras (3.471 €/m²) e Lagos (3.452 €/m²).

Lisboa e Algarve destacam-se com preços que refletem a forte procura e o interesse de investidores estrangeiros.

Fatores por Trás da Valorização Imobiliária

Procura Elevada em Regiões-Chave

Áreas urbanas e turísticas, como Lisboa e Algarve, continuam a atrair compradores devido à qualidade de vida e oportunidades económicas. Em 2024, 54 municípios apresentaram preços acima da mediana nacional, com grande concentração na Grande Lisboa e Algarve.

Condições Favoráveis de Crédito

Taxas de juro competitivas e maior acesso a crédito habitação impulsionaram a procura, com avaliações bancárias crescendo mais que transações em 2024.

Investimento Estrangeiro

Compradores estrangeiros pagaram 2.432 €/m² por alojamentos novos em 2024, contra 1.747 €/m² por nacionais, com Lisboa registando 5.771 €/m² para estrangeiros, evidenciando o impacto do capital externo.

Novos vs. Usados: Diferenças de Preço

Em 2024, alojamentos novos tiveram um preço mediano de 2.147 €/m², enquanto os usados ficaram em 1.689 €/m². Em Cascais, a diferença atingiu 1.260 €/m², com novos a 5.132 €/m² e usados a 3.872 €/m². Esta tendência reforça a preferência por propriedades novas em mercados premium.

Comparação com o Índice de Preços da Habitação

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) e o valor mediano de avaliação bancária mostram dinâmicas semelhantes. Em 2024, o valor mediano cresceu 9,3%, ligeiramente acima dos 9,1% do IPHab. No último trimestre, a taxa de variação homóloga do valor mediano atingiu 13,7%, contra 11,6% do IPHab.

  • Preço mediano 2024: 1.777 €/m², aumento de 10,3%.
  • Lisboa: 4.340 €/m², o município mais caro.
  • Novos vs. usados: 2.147 €/m² vs. 1.689 €/m².
  • Investimento estrangeiro: 2.432 €/m² para novos.
  • Crescimento 2024: 140.000 avaliações, +32,1%.

Como Comprar Casa num Mercado em Alta?

Com preços a atingir níveis recorde em 2025, comprar casa exige planificação financeira cuidada. A valorização sugere que investir agora pode ser vantajoso, especialmente em regiões como Lisboa e Algarve, mas os preços elevados requerem soluções de financiamento bem avaliadas. Os nossos Gestores de Crédito especializados podem ajudá-lo a encontrar as melhores opções de crédito adaptadas ao seu orçamento.

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Conteúdo baseado em dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).