Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu para 3,228% Posted on 20 de Outubro, 2025 by Ricardo Porto A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação desceu para 3,228% em setembro de 2025, o que representa uma redução de 7,9 pontos base (p.b.) face a agosto (3,307%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa passou de 2,883% em agosto para 2,873% em setembro, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Pequena descida nas prestações O valor médio da prestação fixou-se em 393 euros, menos um euro do que no mês anterior e menos 11 euros comparativamente a setembro de 2024. A componente de juros representou 49,6% da prestação média, sendo a primeira vez desde maio de 2023 que fica abaixo dos 50%. Nos contratos mais recentes (celebrados nos últimos três meses), a prestação média aumentou 15 euros, para 666 euros, refletindo uma subida homóloga de 7,1%. Tendência de descida das taxas Desde o valor máximo registado em janeiro de 2024 (4,657%), a taxa de juro implícita acumula uma descida de 142,9 p.b. Já nos contratos mais recentes, a diminuição acumulada desde o pico de outubro de 2023 é de 150,7 p.b. Para o destino de Aquisição de Habitação, o mais comum entre os contratos de crédito, a taxa total fixou-se em 3,226%, uma descida de 7,5 p.b. face a agosto. Capital médio em dívida O capital médio em dívida no conjunto dos contratos aumentou 634 euros face ao mês anterior, atingindo 73 496 euros. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio foi de 163 761 euros, mais 2 440 euros do que em agosto. A pensar em pedir crédito habitação? Na Find Approval, ajudamos-te a comparar propostas de crédito habitação e a encontrar as condições mais vantajosas. Poupas tempo, dinheiro e ganhas confiança na tua decisão. Fala connosco Dados obtidos da publicação “Taxas de juro implícitas no crédito à habitação – setembro 2025”, do Instituto Nacional de Estatística.
Taxa de Esforço para Arrendar Casa em Portugal Atinge 83% no 2.º Trimestre Posted on 18 de Agosto, 202518 de Agosto, 2025 by Ricardo Porto De acordo com o Jornal Económico, com base em dados do portal idealista, a taxa de esforço para arrendar uma casa em Portugal atingiu 83% no segundo trimestre de 2025, um aumento de 1 ponto percentual face aos 82% registados no mesmo período de 2024. Já para a compra de habitação, a taxa de esforço manteve-se estável nos 71%, evidenciando um contraste significativo entre os custos de arrendamento e de aquisição de casa própria. Variações por cidade As taxas de esforço para arrendamento variaram bastante entre cidades portuguesas: Faro: Aumento de 70% para 90% (+20 p.p.). Ponta Delgada: +15 p.p. Guarda: +4 p.p. Funchal: +3 p.p. Braga e Aveiro: +2 p.p. Leiria e Viseu: +1 p.p. Por outro lado, algumas cidades registaram quedas na taxa de esforço para arrendamento: Beja: -8 p.p. Santarém: -7 p.p. Lisboa, Setúbal e Viana do Castelo: -3 p.p. cada. Cidades mais e menos pressionadas As cidades com as taxas de esforço mais elevadas para arrendamento são: Faro: 90% Funchal: 89% Lisboa: 83% Ponta Delgada: 75% Porto: 71% Setúbal: 58% Braga: 55% As cidades onde o arrendamento pesa menos no orçamento familiar incluem: Castelo Branco e Guarda: 34% Beja e Portalegre: 35% Apesar disso, todas as capitais de distrito apresentam taxas de esforço superiores ao limite recomendado de 33%, o que demonstra o desafio generalizado no acesso à habitação por arrendamento. Compra de habitação: um cenário diferente Para a compra de casa, a taxa de esforço nacional permaneceu nos 71%. No entanto, houve variações regionais. Setúbal registou o maior aumento, passando de 49% para 55% (+6 p.p.). Outras cidades com subidas incluem Santarém (+4 p.p.), Ponta Delgada (+3 p.p.), Lisboa (+2 p.p.), Aveiro e Guarda (+1 p.p.). Por outro lado, 12 cidades registaram diminuições na taxa de esforço para compra, com destaque para: Funchal e Vila Real: -14 p.p. Faro e Bragança: -10 p.p. Porto: -8 p.p. As cidades com maior taxa de esforço para comprar casa são Lisboa (108%), Faro e Funchal (96% cada). Contudo, em cidades como Vila Real (27%), Beja (23%), Portalegre (22%), Bragança (22%), Guarda e Castelo Branco (17% cada), a compra é mais acessível, com taxas abaixo do limite recomendado de 33%. O acesso à habitação por arrendamento está cada vez mais difícil, enquanto a compra de casa pode ser uma alternativa mais viável em algumas regiões, especialmente com a recente queda dos juros no crédito habitação.Análise do portal idealista Porque é que isto é importante? A subida da taxa de esforço para arrendamento reflete um mercado habitacional desafiante, especialmente em cidades como Faro, Funchal e Lisboa. No entanto, a estabilidade na taxa de esforço para compra de habitação, aliada à descida dos juros no crédito habitação, sugere que comprar casa pode ser uma opção mais acessível para muitas famílias. Este é o momento ideal para avaliar as suas opções e considerar a transição do arrendamento para a propriedade. Pronto para ter a sua própria casa? Na Find Approval, ajudamos a avaliar a sua capacidade financeira e a encontrar as melhores soluções de crédito habitação. Com a nossa ajuda, pode dar o passo para sair do arrendamento e tornar-se proprietário. Contacte-nos agora e descubra as suas opções! Fale connosco Fonte da informação Conteúdo adaptado a partir do artigo “Taxa de esforço para arrendar sobe para 83% no segundo trimestre”, publicado pelo Jornal Económico, com base em dados do idealista, a 24 de julho de 2025. Leia o artigo original.